Mostrando postagens com marcador 2014. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2014. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Carta ao Papai Noel

Querido Papai Noel...


Pra começar: Não quero montagens como a de 2014. Se 2015 promete ou não,  vamos descobrir durante o ano.

Por enquanto, gostei de dois dos 3 primeiros presentes. O primeiro, Ricardo Drubscky, parece ser um bom professor. O segundo, Neto Baiano, é um belo presente de natal. Fiquei tão feliz com esse presente que estou sapateando ao som da música de natal “Seqüência do Neto”. O terceiro, Anderson Barros, está em processo de avaliação. Vamos aguardar. Durante o ano, te mando noticias sobre o presente.


Junto com esses três presentes, te peço uma coisa muito simples. 22 jogadores. 22 formiguinhas com gosto pelo trabalho. Série B é onde filho chora e a mãe não vê. De preferência, entregue esses presentes antes do carnaval. Vem Baiano, Nordestão, Copa do Brasil. O ideal seria que esse grupo estivesse pronto na reapresentação em janeiro. Mas estou te dando um desconto. É muito jogador pra pouco tempo de entrega. Obs: Luiz Gustavo é prioridade.

Permanecem no elenco alguns nomes razoáveis. Temos também uma base legal. Muito menino bom. Principalmente no meio-campo. Então, se não conseguir entregar os 22, não tem problema. Pode ser um pouco menos.


Resumindo. Queremos um elenco que tenha a capacidade “operária”. Chega de fiascos na Copa do Nordeste. Chega de eliminações pífias na Copa do Brasil. Chega de enganação no Campeonato Baiano. A torcida clama por um time que trabalhe, enfrente e vença os seus compromissos. Medalhões do futebol são sempre bem vindos. Mas sem exageros. Nem tanto, nem tão pouco. Experiência na medida certa também ganha jogo.

Aquele abraço e um Feliz Natal!

P.S. - Só tenho uma reclamação. Você deixou Telmito, o desodorante roll’on da toca, o Michael Kyle da zoeira, ir embora. Não satisfeito, liberou também o mano Cáceres. Com essas duas baixas, estou liberado para aprontar um pouco no próximo ano. 

sábado, 13 de setembro de 2014

Onde a Coruja dorme?



Lesões em seqüência. Não consegue ter uma seqüência de jogos. É substituído na maioria dos jogos. Com essas características, o assunto do texto poderia ser Valdívia e seu “chinelismo”. Ou Pato, com seu problema no dente e seus 1001 cortes da seleção. Mas não. Esse post é dedicado a Neto Coruja e seus problemas intermináveis.

Dos 20 jogos no Campeonato Brasileiro, Neto jogou 9. Desses, o volante conseguiu completar os 90 minutos de um jogo de futebol em 4 oportunidades. Nos outros 5, Neto foi substituído. Nem todas essas substituições foram motivadas por lesão. Em seqüência, Neto conseguiu atuar 5 rodadas seguidas.

Com Coruja em campo o Vitória venceu 1, empatou 3 e perdeu 5 jogos da Série A. Jogador de marcação com lampejos para saídas de bola, Neto necessita de uma parte física aprimorada. Lesões em seqüência quebram o ritmo de jogo e atrapalham a adaptação do volante.


Assim como Pato, que conseguiu, em 2014, emplacar uma relativa seqüência de jogos e boas atuações e Valdívia que está entregue ao departamento médico e provavelmente procurando briga no twitter, as lesões de Neto Coruja não tem explicações. O problema não começou nesta temporada. De alguns anos pra cá, o jogador não consegue jogar como os outros jogadores.

Neto Coruja é um patrimônio do Vitória. Cabe ao clube procurar soluções para o problema do atleta. Preparar um trabalho físico intenso no inicio da temporada para prevenção de lesões, consultar um especialista, acompanhar hábitos e a rotina do jogador. Vale (quase) tudo pra encontrar uma solução, até saber onde a Coruja dorme.




quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Não falem dessas "mulheres" perto de mim


Estamos chegando ao fim do primeiro turno. Metade do campeonato chega ao fim e a dupla Ba-Vi completa esta primeira fase nas últimas posições. Para ilustrar a atual fase dos nossos times, onde o silêncio é a única resposta possível e plausível, vou postar aqui uma música e alguns momentos dessa duplinha que apronta altas aventuras com o coração do torcedor baiano. A música em questão é "Cabelos Brancos", regravada pelo grupo Casuarina.


“Não falem desta mulher perto de mim
Não falem pra não lembrar minha dor...”



“Já fui moço, já gozei a mocidade
Se me lembro dela me dá saudade...”


“Por ela vivo aos trancos e barrancos...”


“Respeitem ao menos os meus cabelos
brancos...”


“Ninguém viveu a vida que eu vivi...”



“Ninguém sofreu na vida o que eu sofri...”



“As lágrimas sentidas
Os meus sorrisos francos
Refletem-se hoje em dia
Nos meus cabelos brancos...”


 “E agora em homenagem ao meu fim
Não falem desta mulher perto de mim...”

Link: https://www.youtube.com/watch?v=ZPWvZUcMrP0

O jeito é torcer. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos...  


sábado, 23 de agosto de 2014

Nada novo de novo

O que pode mudar na sua vida em 3 meses? Para o Vitória e Ney Franco, nada. O técnico, que sem o clube fez um trabalho pífio no Flamengo, sendo demitido depois de nenhuma vitória em sete jogos, reencontra o clube, que sem o técnico só conseguiu duas vitórias em 12 jogos e entrou na zona de rebaixamento. Diante de tanto fracasso nesse curto período, é possível dizer que Ney Franco e o Vitória se merecem. Os dois caminharam mal sem um ao outro. E agora estão juntos novamente para tentar evitar o pior.

E se "pior que ta não fica", Ney tem obrigação de melhorar o trabalho do limitado Jorginho, que ainda não tem nível para treinar um clube de Série A. Tão claro quanto a incapacidade de Jorginho é a falta de planejamento da diretória do Vitória. Erraram ao escolher Jorginho como substituto e agora dão uma prova de quanto estão perdidos trazendo Ney Franco de volta. O time vinha desgastado e não conseguiu convencer em nenhum momento de 2014 com Ney no comando. Era hora de tentar algo novo, como Enderson Moreira, mas a diretória preferiu se apoiar no treinador que deu certo no ano passado. Porém o ambiente que ele encontrará no Vitória é outro, e Ney vai ter que provar que consegue trabalhar sob a pressão de tirar o clube da zona de rebaixamento. 

Enfim, o nome de Ney Franco não é o pior possível, ele conhece de perto boa parte do elenco e é capaz de impor o mínimo de padrão tático na equipe, algo que Jorginho não conseguiu. O problema é cortar relações com um profissional que preferiu se “aventurar” no Flamengo e depois contratá-lo de volta. Atitude que beira o amadorismo.

O ano que começou com ótimas perspectivas para a torcida do Vitória, depois do excelente 2013, vai terminando na triste realidade de fugir do rebaixamento. O técnico e o clube, mais do que nunca, precisam um do outro.

Ps¹ Ney Franco treinando o Vitória nunca venceu o Bahia. Mas vou ou fingir que não lembro disso até o BAVI do mês que vem.

Ps² Escudero volta aos gramados neste domingo contra o Figueirense. Não tem nada a ver com o texto, mas dane-se, O ESCUDERO VAI VOLTAR.  

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

O dever de casa e o 5 contra 1

E o primeiro turno do Campeonato Brasileiro da série A vai chegando ao fim. Com brigas pelo título e pela fuga do rebaixamento, o Brasileirão tem como cenário momentâneo equipes com pontuações parecidas. A diferença entre o último colocado e o 11º na tabela é de sete pontos. Da 10º posição para o líder é de dez pontos. Em 2013, na mesma 14ª rodada, esses números eram invertidos. Enquanto a diferença entre o líder e o 10º era de sete pontos, a distância entre o 11º e o lanterna era de dez pontos.


Nesse contexto, no brasileiro da série A de 2014, o Vitória ocupa a 15º colocação. O Rubro-Negro está a um ponto da zona de rebaixamento e pode, nesse final de primeiro turno, estabelecer uma seqüência de vitórias. Esses triunfos podem ser importantes para o Leão respirar na luta contra a segunda divisão e levantar a moral para a disputa do segundo turno do campeonato.


Faltando cinco jogos para o fim do primeiro turno, o Vitória tem no Manoel Barradas a sua principal vantagem. O leão recebe em seus domínios três concorrentes na luta contra o rebaixamento. Chapecoense (17/08), Figueirense (24/08) e o Flamengo (31/08). Fora de Salvador, o Rubro-Negro tem compromissos complicados. Enfrenta o também candidato a rebaixamento Coritiba (20/08), no Couto Pereira e fecha o primeiro turno contra o Santos (06/09), no Pacaembu.


Em 15 pontos a disputar, o Vitória necessita vencer os jogos em casa para alcançar a metade dos 46 pontos, meta estabelecida para se livrar da zona maldita no fim do campeonato. Vencer os jogos como mandante não impede também que o Leão belisque alguns pontos fora de casa. Principalmente no confronto contra o Coritiba, concorrente direto na luta contra o rebaixamento. É hora de fazer o dever de casa!  

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Lá vem o Alemão...

Alemão literalmente "pagou o pato" contra o São Paulo.

O título é sugestivo. Mas não recriminem apenas um jogador. A falha de ontem (10/08) é um sinal de que o plano para a zaga desenvolvido pela diretoria não deu certo. A falha de ontem é um reflexo de decisões equivocadas tomadas no final de 2013 e ao longo do ano de 2014.

O erro de Alemão no jogo entre Vitória e São Paulo começou em dezembro de 2013. Após uma bela campanha, o rubro-negro perdeu sua dupla de zaga titular e os seus reservas. Uma coisa normal para o futebol brasileiro. Os jogadores não conseguem esquentar os seus lugares nas equipes que defendem.

O erro de Alemão poderia ser evitado neste ponto. Contratações pontuais e de qualidade resolveriam o problema defensivo do Leão. Não foi o que aconteceu. O Vitória mesclou a base com jogadores experientes e contestados (desconhecidos). A improvisação também esteve presente. Por falta de zagueiros, volantes foram improvisados no miolo de zaga.

Rodrigo Defendi: De encostado no Botafogo a odiado no Vitória

Nomes como Defendi, Dão e Ferrari foram contratados no inicio de 2014 para suprir a carência na defesa do leão. Como resultado, os garotos da base não seguraram a barra e os experientes contratados acabaram confirmando a fama de contestados. O Vitória foi eliminado da Copa do Nordeste, da Copa do Brasil e perdeu o título estadual para o Bahia.

Para o Campeonato Brasileiro, jogadores foram dispensados. Defendi, Ferrari e Lucas Zen (um dos volantes improvisados) deixaram o clube. Dão e Luiz Gustavo (meio zagueiro, meio volante) ficaram no clube, mas dificilmente são aproveitados. Os garotos da base ganharam o mesmo destino. Perderam e espaço e desapareceram das listas de relacionados.

Para restaurar o setor, o Vitória tentou desfazer o que fez no final do ultimo ano. Primeiro contratou um zagueiro que fez um bom Campeonato Paulista pelo Oeste. Alemão desembarcou no Barradão com pinta de “xerifão”. Os nomes de Kadu e Victor Ramos chegaram com força à toca do leão. O primeiro foi contratado. Já o segundo, entre muitas idas e vindas e negociações com o Bahia, acabou voltando para o México.

Alemão: Pegar o dinheiro, o escort e levantar a cabeça!

E assim o Vitória entrou no brasileirão. Com Kadu e Alemão como zagueiros titulares e Dão, Salustiano e Luiz Gustavo como opções na reserva. Nos últimos dias, o zagueiro Roger Carvalho, ex-São Paulo, também chegou ao Barradão. 

Nem tanto, nem tão pouco. Nem a zaga do ano passado era insubstituível nem todos que estão aqui no momento são incompetentes para vestir a camisa rubro-negra. A falta de planejamento para manter os titulares de 2013, culminou para as apostas em jogadores contestados e momentaneamente desconhecidos. Verdadeiras apostas para titularidade.

Após os fracassos do primeiro semestre, os métodos continuam sendo implantados. A exceção de Kadu, já conhecido após uma boa temporada em 2013, os nomes de Alemão e Roger Carvalho podem assustar ao torcedor. O primeiro estava presente na pífia campanha do Náutico antes de assinar com o oeste e acumula, neste inicio de brasileirão, falhas e gols contra. O segundo, chega desconhecido após voltar do futebol italiano e passar (somente passar) pelo São Paulo. Caso muito parecido com o fatídico e “finado” Defendi.

Claro que o sistema de defesa é composto também por outros jogadores. O problema é que erros primários e cada vez mais constantes são repetidos, causando o insucesso e aumentando a desconfiança do torcedor. Erros que começaram em dezembro de 2013. As tentativas de ajustes já acabaram. Metade do ano ficou pra trás. Já passou da hora de arrumar novamente a cozinha do Leão.

   

 


    

domingo, 10 de agosto de 2014

Apego

O Bahia venceu o Goiás. Melhora a cada jogo que passa e mostra que ainda é tempo da torcida tricolor ser feliz. Um time que ainda não convence e que precisa de tempo para melhorar em alguns aspectos, mas o Campeonato Brasileiro é cruel e não dá espaço para erros, por isso, é preciso VENCER DE QUALQUER JEITO!

Fahel voltou ao time, querido por todos que chegam ao Fazendão, sua titularidade é baseada em sua história e por ser um cara de grupo. Ele é conhecido por ser um homem de Deus, mas acho que ele tem um trabalho muito forte num terreiro. Mesmo contestado, marcou o golzinho que garantiu a vitória. Estamos reféns da ruindade dele, mas quem liga? "DEUS É FAHEL".

O grupo ontem foi aguerrido, sofreu, mas chegou lá. Eles se apegam a Charles, que a cada palavra que dá, enche o grupo de confiança, jogador de futebol gosta disso. Tudo se encaminha para a efetivação do Anjo 45, que já é pedido pelos torcedores nas redondezas da Arena Fonte Nova.  

Quem mais se apega a forças fora das quatro linhas é o torcedor, que sofre com a situação. Ontem, vi várias manifestações de fé. Era reza, era mão pro alto e tinha torcedor que até na camisa pedia a Deus por um Bahia melhor.




O Bahia ainda está na zona da degola, por isso, caprichem nas rezas, trabalhos e acendam suas velas. Hoje o dia é ótimo para ligar o secador.

Flamengo x Sport
Chapecoense x Figueirense
São Paulo x Vitória
Atlético - MG x Palmeiras
Atlético - PR x Botafogo

A fé também pertence ao futebol. Foto: Nelson Barros Neto.