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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O Bahia não se ajuda e ainda...



- Prejudicado pela arbitragem



- Jogador toma cartão bobo



- Jogador xinga, faz o que quer e é escalado



- Atletas da base preteridos



- Contrata da mesma maneira que a antiga gestão



- Falta qualidade



- Bagunça total no Dpto. De Futebol




-  Torcida afastada com o preço do ingresso



- Não ganha em casa



- Tem um dos piores ataques da competição






Esses são alguns motivos que atrapalham o Bahia. O futebol é surpreendente e pode reservar ao torcedor mais um dos seus milagres, mas o que vemos é o caminho certo do retorno para a Série B.


 

sábado, 6 de setembro de 2014

A alegria está de volta

Mesmo após levar um gol, esse era o clima

A evolução do Bahia nos últimos jogos é evidente, a vitória sobre o Internacional, pela Sulamericana deu um ânimo diferente ao time Tricolor, e mesmo a derrota para o Grêmio, foi jogando de um modo diferente. 

Nesta quinta, no jogo de volta, na Arena Fonte Nova, fui ao estádio leve, sabendo que me divertiria, como que desde o confronto contra o Botafogo, há longíquos quatro meses, eu não me sentia.

Como previsto, aconteceu, apesar da pouca torcida - culpa do horário de corno e dos preços, também de corno, praticados pela Arena - o clima da Fonte Nova era de velha Fonte Nova.

As pessoas sabiam que o Bahia avançaria. Apesar do gol sofrido, toda a torcida sabia que era só uma questão de tempo para o Bahia empatar, virar e golear. O empate veio, a virada não. Apesar disso, a alegria estava de volta à sua fonte e que ela tenha voltado pra ficar.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Noite Fria


Depois de um tempinho sem frequentar a Fonte Nova, voltei ontem no jogo com o Criciúma. Tava com saudade daquele ambiente, de estar com os amigos pra ver um jogo, e principalmente saudade de ver o Bahia em campo. Mas aí é que entra um grande problema: o Bahia; Nós torcedores temos essa coisa de amar o time incondicionalmente, é algo parecido ou pior que masoquismo.

 Depois de 16 rodadas, O Bahia está em 18º lugar na tabela, com apenas 15 pontos; Tudo bem que a tabela na parte de baixo tá bastante embolada, e que o time de fato vem melhorando em alguns quesitos no campeonato, mas jogo dentro de casa é pra o time entrar pra frente, sufocando o adversário, aproveitando as oportunidades, e impondo seu ritmo de jogo. O que se viu ontem mais uma vez foi um time apático, que criou pouco e que não soube aproveitar o pouco que criou. A luz vermelha tem que estar acesa já, pois já estamos na metade do campeonato praticamente e o time continua nesse marasmo. A Saída de Talisca ainda nos causa dores de cabeça, pois não temos no elenco um jogador com o mesmo talento ou com a mesma personalidade que ele tem, e com o problema que se tornou o "Caso Romagnoli", a situação tá ficando mais trágica do que se pintava. 



Foto: Max Haack/ Agência Haack/ Bahia Notícias


Quanto a torcida, durante a semana e também abracei a "campanha" nas redes sociais e no Hangout do "Painel Tricolor", pedindo pra que a torcida comparecesse, mas ontem eu percebi uma coisa que não tinha caído a ficha ainda: Não adianta fazer campanha, baixar preço de ingresso, jogador e treinador pedir pra torcida comparecer, porque enquanto o time continuar apresentando esse futebol pobre, jogando atrás dentro de casa contra o Criciúma(Com todo respeito ao time catarinense), a torcida não vai comparecer. Enquanto jogadores como Léo Gago continuarem perdidos dentro de campo só fazendo número, Uéliton muito acima do peso fazendo uma partida daquelas que não dá pra se destacar nada, o torcedor que comparecer ao estádio só vai lá pra sentir raiva e dor de cabeça. 

Fica a dica

Após mais de um mês longe da Fonte, voltei ao estádio na noite da última quarta (20), para assistir ao jogo contra o Criciúma. Como é de praxe, me sentei no mesmo lugar de sempre, porque além de ser próximo ao bar, me dá uma visão de quina, que eu prefiro, pra analisar o jogo.

Cheguei cedo aos arredores da Fonte e fiquei muito feliz ao ver o estádio iluminado nas cores do Bahia. Encontrar meus amigos pra umas cervejas embaixo do viaduto foi motivo de mais felicidade.

A decepção viria ao fim da noite, mas não vou escrever sobre ela. Ontem reparei em uma coisa, compartilhei com alguns amigos e vim aqui pra escrever pra mais gente.

Que o Bahia joga com três volantes todo mundo tá cansado de saber, faz muito tempo. Que todo técnico que chega no Tricolor mantem os três, também não é novidade alguma. Mas o que é mais velho é a torcida cansada de ver o time jogar desse jeito.

Durante a partida de ontem, reparei na movimentação de Rafael Miranda e na falta que Manu Biancucchi fez no meio de campo. A constatação foi óbvia: Manu de terceiro volante.

Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia


O cara (Manu) é rápido, voluntarioso, dedicado e determinado. Já que é pra cercar e pressionar o adversário entre as intermediárias, sem uma necessidade tão grande de ser tão agudo na marcação, já que temos mais dois volantes, por que não testar o cara na posição?

O que custa treinar com um cara rápido, habilidoso e com um ótimo passe nessa posição? Hélder fazia a mesma coisa, não era rápido e adorava inventar jogadas absurdas.

Acho Manu um dos melhores jogadores do elenco do Bahia, principalmente por sua dedicação. Acredito que ele tenha disciplina tática suficiente para fazer a função. Fica a dica!